... é o que me falta. Sinto-me fraca, sem forças nas pernas, custa-me andar. Um peso na cabeça, apetece-me dormir. Dormir o tempo todo.
Já tenho o meu cemitério arrumadinho num cantinho do meu coração. Recordo os entes querido que perdi, mas normalmente, não me deixo perturbar por essas recordações. Só uma vez por outra.
Continuo deprimida, triste, sem energia, sem vontade de nada, vazia.
Medicamentos ... São muitos. Fazem bem, fazem mal, não saberei. Segundo a Isabel não é deles que eu preciso mas sim de arranjar defesas físicas par combater uma doença oportunista. Ela instalou-se, aproveitando momentos fracos do sistema "imunitário", como que um vírus quando o organismo está fraco. O organismo tem que fortalecer e há medicamentos que estão a fazer o oposto.
Neste momento, não me parece que consiga combater o "vírus" que me mata lento e maléfico.
